Trump anuncia fundo milionário e coalizão com líderes para combater perseguição religiosa

05/12/2016

Donald Trump anunciou na última segunda segunda-feira, 23 de setembro, que os Estados Unidos investirão US$ 25 milhões para proteger locais religiosos e casas de culto em todo o mundo e também anunciou a criação de uma coalizão dos principais líderes empresariais para ajudar a combater a perseguição religiosa no local de trabalho.

O presidente norte-americano se tornou o primeiro mandatário dos Estados Unidos a convocar uma reunião na sede das Nações Unidas em Nova York, focando apenas a liberdade religiosa. No discurso do anúncio, ele pediu às nações do mundo que façam sua parte para “acabar com a perseguição religiosa”.

O evento foi denominado “Chamada Global para Proteção à Liberdade Religiosa” e contou com a presença do vice-presidente Mike Pence e do secretário de Estado Mike Pompeo. “Como presidente, proteger a liberdade religiosa é uma das minhas maiores prioridades e sempre foi”, garantiu Trump, que foi eleito com a promessa de trabalhar para reduzir a perseguição a cristãos ao redor do mundo.

Também participaram do encontro autoridades americanas de alto escalão, sobreviventes de perseguição religiosa, líderes religiosos, líderes empresariais e defensores da liberdade religiosa. Trump foi apresentado antes de seu discurso por Pence, que definiu aquele dia como “muito especial”.

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“Hoje, evidenciando sua paixão pela liberdade religiosa, o presidente anunciará medidas adicionais que os Estados Unidos tomarão para proteger a liberdade religiosa e defender as pessoas de fé em todo o mundo”, disse Pence, segundo informações do portal The Christian Post.

Durante seu discurso de quase 15 minutos, Trump detalhou vários pontos que foram abordados por seu governo com o ímpeto de promover a liberdade religiosa ao redor do mundo, como por exemplo, garantir a libertação do pastor Andrew Brunson, que foi encarcerado na Turquia sob acusação de conspirar contra o governo local, além de organizar dois eventos históricos no Departamento de Estado sobre liberdade religiosa.

Ao final de seu discurso, Trump mencionou novas iniciativas que o governo dos EUA está empreendendo para ajudar a promover a liberdade religiosa mundo afora, e uma delas, envolve uma contribuição significativa do governo dos EUA para ajudar a proteger locais religiosos em todo o mundo.

“Hoje, o governo Trump dedicará US$ 25 milhões adicionais para proteger a liberdade religiosa e os locais e relíquias religiosas”, prometeu Trump, depois de listar ataques contra locais de culto cristão, judeu e muçulmano no ano passado. Na cotação desta terça-feira, 24 de setembro, o montante equivale a R$ 104 milhões.

O presidente dos EUA também anunciou uma nova coalizão para promover a liberdade religiosa internacional: “Também temos o prazer de estar hoje reunidos por muitos dos parceiros da comunidade empresarial ao anunciar uma iniciativa muito crítica. Os Estados Unidos estão formando uma coalizão de empresas americanas para a proteção da liberdade religiosa. Esta é a primeira vez que isso é feito”, revelou.

“Essa iniciativa incentivará o setor privado a proteger as pessoas de fé no local de trabalho e o setor privado tem uma liderança brilhante”, contextualizou, acrescentando que “é por isso que algumas pessoas nesta sala estão entre os homens e mulheres de maior sucesso na Terra: eles sabem como as coisas são feitas e sabem como cuidar das coisas”.

“Eles estão conosco agora pela primeira vez, nessa medida, pela primeira vez. Estamos realmente honrados em tê-los na sala. Grandes líderes empresariais e grandes pessoas de força”, concluiu.

O anúncio de Trump foi bem recebido por lideranças conservadoras dos Estados Unidos: “O presidente fez um discurso histórico que vai além de falar sobre liberdade religiosa internacional e adotar medidas concretas que levarão pessoas de todas as religiões a adorar de forma pública e segura”, disse Tony Perkins, presidente do Family Research Council e integrante da Comissão de Liberdade Religiosa dos EUA.

“A liberdade religiosa não é apenas um direito humano fundamental, como reconhecido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas, mas há um crescente corpo de pesquisas que mostra que as nações que defendem a liberdade religiosa têm maior segurança social e econômica – o que indiretamente torna todas as nações mais seguras, incluindo os Estados Unidos”, acrescentou Perkins, em um comunicado.

Após as observações de Trump, o secretário-geral da ONU, o português António Guterres, fez um breve discurso explicando como a entidade está tomando medidas para combater a perseguição religiosa: “A melhor maneira de promover a liberdade religiosa internacional é unindo nossas vozes para o bem, combatendo mensagens de ódio com mensagens de paz que abraçam a diversidade e protegem os direitos humanos em todos os lugares”, disse Guterres.

“As Nações Unidas estão intensificando as ações por meio de duas novas iniciativas que lancei nas últimas semanas. Primeiro, uma estratégia sobre discurso de ódio para coordenar os esforços em todo o sistema da ONU, abordando causas básicas e tornando nossa resposta mais eficaz contra o discurso de ódio. Segundo, um plano de ação para que a ONU se envolva totalmente em um esforço para proteger locais religiosos e garantir a segurança das casas de culto. Todos esses sites devem ser locais de culto, não locais de guerra”, finalizou.

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Restos do naufrágio do apóstolo Paulo foram encontrados, dizem arqueólogos

05/12/2016

Uma descoberta fascinante pode ser um dos indícios históricos mais importantes acerca do naufrágio relatado no livro de Atos, capítulo 27, quando o apóstolo Paulo sofre um naufrágio juntamente com outros tripulantes.

“E, embarcando nós em um navio adramitino, partimos navegando pelos lugares da costa da Ásia, estando conosco Aristarco, macedônio, de Tessalônica”, diz um trecho da passagem bíblica.

O Instituto de Pesquisa e Exploração de Arqueologia Bíblica (BASE) emitiu um comunicado alegando que acredita ter encontra do quatro âncoras que pertenceram ao navio naufragado, mas que apenas uma permaneceu preservada.

“A quarta âncora foi preservada como parte do legado de um mergulhador falecido à sua viúva”, informou a BASE. A organização, liderada por Bob Cornuke, também acredita que o naufrágio aconteceu em São Thomas Bay, na costa sul de Malta, Itália.

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“Em Atos 27, Lucas narra a história de Paulo viajando para Roma em um grande cargueiro alexandrino de grãos. Este navio passou por uma das piores tempestades da história, eventualmente naufragando na costa de Malta”, explicou Cornuke, segundo informações da Fox News.

“Os detalhes surpreendentes de Lucas incluem tudo, desde as posições náuticas da embarcação, o tipo de tempestade, a direção da deriva do navio, marcos geográficos em Malta, configurações de recifes e até as profundezas do fundo do mar. Todos os detalhes, incluindo como todos os homens a bordo, incluindo Paulo, sobreviveram”, disse ele.

“E, andando nós agitados por uma veemente tempestade, no dia seguinte aliviaram o navio. E ao terceiro dia nós mesmos, com as nossas próprias mãos, lançamos ao mar a armação do navio. E, não aparecendo, havia já muitos dias, nem sol nem estrelas, e caindo sobre nós uma não pequena tempestade, fugiu-nos toda a esperança de nos salvarmos”, diz o relato bíblico.

Os críticos da descoberta arqueológica, contudo, alegam que não é possível saber a localização exata do naufrágio, dizendo que outras âncoras semelhantes já foram encontradas na mesma região. A BASE, por sua vez, diz que há evidências “esmagadoras” em favor da sua descoberta.

“Como em qualquer reivindicação histórica, o melhor que podemos fazer é examinar as evidências em termos de probabilidade. Mas a evidência para as âncoras do naufrágio de Paulo é praticamente esmagadora”, conclui a organização.

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Hubble descobre lua em Makemake, planeta anão “vizinho” de Plutão

27/04/2016

Anote aí: mais um planeta anão entrou para a lista dos que têm luas conhecidas. Com a ajuda inestimável do Telescópio Espacial Hubble, astrônomos encontraram um satélite natural ao redor de Makemake, o segundo planeta anão mais brilhante. O primeiro, claro, você conhece: Plutão.Makemake foi descoberto apenas em 2005 e ganhou o nome da deusa da criação dos Rapa Nui, povo nativo da Ilha de Páscoa, no Chile. Ele tem pouco menos de 1.400 km de diâmetro (contra 2.372 km de Plutão, medidos com exatidão pela sonda New Horizons) e, a exemplo de seu irmão maior, é um membro do cinturão de Kuiper, localizado além da órbita de Netuno.

Presa quadrilha com armas, combustível e distintivo policial

27/04/2016

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